Coleção Especial: COVID-19: Anestesia regional para reduzir o uso de drogas na anestesia e evitar a geração de aerossóis.

Publicada pela primeira vez no dia 23 de abril de 2020 e atualizada de forma contínua. Última atualização em 14 de maio de 2020 (veja abaixo).

Esta Coleção Especial faz parte de uma série de coleções sobre a COVID-19. Está também disponível em Chinês simplificado, Farsi, Francês, Alemão, Japonês, Malaio bahasa, Português, Russo, e Espanhol

Anestesia regional é o termo dado a uma variedade de técnicas em que um anestesista injeta anestésico local em torno de nervos periféricos ou da medula espinhal para criar parestesia ou paralisia temporária nessa parte do corpo. Estas técnicas podem ser tão eficazes que permitem a cirurgia em pacientes acordados e proporcionam uma excelente analgesia, permitindo evitar opioides fortes. São uma opção anestésica para pacientes nos quais a anestesia geral pode ser especialmente perigosa.

A pandemia da COVID-19 criou desafios únicos para a anestesia. A anestesia geral e a manipulação das vias aéreas é um procedimento gerador de aerossol, sendo que a aerossolização pode infectar os profissionais de saúde. Outro aspecto da pandemia da COVID-19 é a demanda sem precedentes por medicamentos anestésicos para uso em pacientes em unidades de terapia intensiva. Isso reduziu a oferta de medicamentos para anestesia geral. O Royal College of Anaesthetists no Reino Unido sugeriu a anestesia regional como solução para estes problemas na sua orientação urgente sobre cirurgia de emergência para procedimentos como fraturas do quadril e na orientação para limitar o uso de drogas no centro cirúrgico.[1]. Portanto, é importante a prática de anestesia regional baseada em evidências e com segurança para manter um bom serviço de anestesia e para reduzir a exposição dos profissionais de saúde à COVID-19.

Independentemente da pandemia da COVID-19, existem outros benefícios da anestesia regional na prática anestésica padrão. Esse tipo de anestesia proporciona excelente analgesia após a cirurgia, o que permite evitar opioides fortes, e é uma opção anestésica para pacientes nos quais a anestesia geral pode ser especialmente perigosa. A anestesia regional também pode melhorar a recuperação e diminuir algumas complicações comuns da cirurgia, como náuseas, vômitos e íleo. Porém, a evidência para alguns desses resultados é menos certa.

Há muito debate entre os anestesistas sobre quando a anestesia regional deve ser utilizada, as técnicas mais eficazes para anestesia regional, a segurança e eficácia dos anestésicos locais, opioides e outras medicações adicionais injetáveis, o valor do bloqueio nervoso periférico versus bloqueio neuraxial, e as complicações que podem ocorrer.

Esta Coleção Especial apresenta as evidências disponíveis das Revisões Cochrane produzidas pela Cochrane Anestesia. Seu objetivo é trazer mais informações para esses debates e apoiar a tomada de decisões no planejamento da anestesia regional.

Atualizado em 14 de maio de 2020: adicionado link para tradução em Alemão.

 

Anestesia regional comparada com técnicas analgésicas convencionais

Revisões que estudam os benefícios e riscos gerais da anestesia regional.

Bloqueio neuraxial para prevenir morbidade e mortalidade pós-operatória: overview das revisões sistemáticas da Cochrane

Vários efeitos benéficos derivados dos bloqueios neuraxiais foram relatados. Porém, não está claro se esses efeitos afetam a mortalidade e as principais complicações pulmonares e cardiovasculares peri-operatórias. Esta overview faz um resumo das Revisões Cochrane que avaliaram os efeitos do bloqueio neuraxial sobre as taxas de mortalidade, infecção pulmonar e infarto do miocárdio no período peri-operatório. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como o bloqueio neuraxial se compara com a anestesia geral e a analgesia sistêmica quando usado no pós-operatório?

Anestésicos locais e anestesia regional versus analgesia convencional para prevenir a dor persistente no pós-operatório de adultos e crianças

A anestesia regional pode reduzir a dor persistente pós-operatória, uma condição frequente e debilitante. O objetivo desta revisão foi comparar anestésicos locais e anestesia regional versus analgesia convencional para a prevenção de dor persistente pós-operatória por mais de três meses em adultos e crianças submetidas a cirurgia eletiva. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como a anestesia local e regional se compara com a analgesia convencional para mulheres com dor persistente após cirurgia de câncer de mama?

Sintomas neurológicos transitórios (SNT) após raquianestesia com lidocaína versus outros anestésicos locais em pacientes cirúrgicos adultos: uma meta-análise em rede

A anestesia espinhal tem sido implicada como uma das possíveis causas de complicações neurológicas após procedimentos cirúrgicos. Os sintomas neurológicos transitórios que surgem no pós-operatório imediato geralmente ocorrem após o uso de anestesia espinhal com lidocaína. No entanto, a raquianestesia com lidocaína tem um perfil farmacocinético benéfico, especialmente para cirurgias feitas em ambientes de hospital dia. Essa revisão avaliou a prevalência de sintomas neurológicos transitórios após raquianestesia com lidocaína. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como a lidocaína e a bupivacaína se comparam entre si e com anestésicos locais alternativos em adultos submetidos à raquianestesia?

 

Qual é melhor forma de fazer anestesia regional e quais anestésicos locais e adjuvantes utilizar

Revisões que comparam diferentes formas de fazer anestesia regional ou os medicamentos utilizados.

Ar versus solução salina na técnica de perda de resistência para identificação do espaço peridural

O bloqueio peridural continua sendo uma das principais técnicas de anestesia regional, e seu sucesso depende da correta identificação do espaço peridural. Durante várias décadas, a decisão de utilizar ar ou soro fisiológico na técnica de perda de resistência para identificação do espaço peridural era uma questão da experiência pessoal do anestesista. Esta revisão avaliou a eficácia e segurança do ar e da soro na técnica de perda de resistência para identificação do espaço peridural, bem como as complicações relacionadas à injeção de ar ou soro. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como a injeção de ar se compara com a injeção de solução salina na técnica de perda de resistência para identificação do espaço peridural?

Orientação por ultra-som para bloqueio dos membros superior e inferior

Os bloqueios nervosos periféricos podem ser realizados utilizando o ultra-som para guiar o anestesista. Ainda não está claro se este método de localização nervosa seria superior aos outros métodos existentes. Esta revisão avaliou se o uso de ultra-som para guiar o bloqueio nervoso periférico tem alguma vantagem sobre outros métodos de localização dos nervos periféricos.

Uso de bupivacaína hiperbárica versus bupivacaína isobárica para anestesia raquidiana em cesarianas

A bupivacaína é um anestésico local do tipo amida usado nas formas hiperbárica e isobárica. Estes medicamentos são administrados por via intratecal na medula espinhal para anestesia regional na cesariana. Vários estudos compararam bupivacaína hiperbárica e isobárica , mas nenhum deles mostrou benefício de um sobre o outro. O objetivo desta revisão foi avaliar a eficácia e segurança da bupivacaína hiperbárica em comparação à bupivacaína isobárica para anestesia espinhal em mulheres submetidas a cesarianas.

Técnicas de injeção simples, dupla ou múltipla para bloqueio do plexo braquial axilar sem uso de ultra-som em adultos submetidos a cirurgia do antebraço

A anestesia regional que compreende o bloqueio axilar do plexo braquial é uma técnica anestésica comum nas cirurgias da porção distal dos membros superiores. Esta revisão comparou os efeitos relativos (benefícios e danos) de três técnicas de injeção (simples, dupla e múltipla) de bloqueio axilar do plexo braquial para cirurgia da extremidade distal superior sem o uso de ultra-som para guiar o bloqueio. Resposta Clínica Cochrane relevante: Quais são os efeitos das diferentes técnicas de injeção durante o bloqueio do plexo braquial axilar não guiado por ultra-som para adultos submetidos à cirurgia do antebraço?

Dexametasona como adjuvante do bloqueio nervoso periférico

O bloqueio nervoso periférico pode ser usado para anestesia ou analgesia pós-operatória. Uma limitação ao seu uso para analgesia pós-operatória é que o efeito analgésico dura apenas algumas horas. Após esse período, pode ser necessário os uso de analgésicos devido ao surgimento de dor moderada a intensa no local da cirurgia. Vários adjuvantes têm sido usados para prolongar a duração do bloqueio nervoso periférico, incluindo dexametasona perineural ou intravenosa. Esta revisão avaliou a eficácia comparativa e segurança da dexametasona perineural versus placebo, dexametasona intravenosa versus placebo, e dexametasona perineural versus dexametasona intravenosa quando adicionada ao bloqueio nervoso periférico para alívio da dor pós-operatória. Respostas Clínicas Cochrane relevantes: A adição de dexametasona perineural ou intravenosa aos bloqueios nervosos periféricos pode melhorar os desfechos de adultos submetidos à cirurgia? e Como a dexametasona perineural se compara à dexametasona intravenosa quando usada como coadjuvante do bloqueio nervoso periférico em adolescentes e adultos submetidos à cirurgia?

Adrenalina com lidocaína para bloqueio dos nervos digitais

A adrenalina combinada com lidocaína pode prolongar o bloqueio nervoso digital e, em teoria, ajudar a ter um campo operatório sem sangue. O alívio prolongado da dor pós-operatória pode reduzir a necessidade de analgésicos e pode facilitar a reabilitação das mãos. Convencionalmente, a adrenalina é evitada em locais anatômicos com artérias terminais devido a preocupações com espasmo arterial, isquemia e o desenvolvimento de gangrena distal ao local de infiltração da droga. Esta revisão avaliou a segurança e eficácia do uso de adrenalina combinada com lidocaína para bloqueios nervosos digitais.

Bloqueio do nervo periférico com bupivacaína lipossomal para o tratamento da dor pós-operatória

A dificuldade do manejo da dor pós-operatória está associada a um aumento do risco de morbilidade e mortalidade. A bupivacaína lipossomal é um novo analgésico que liberação sustentada. Esta revisão avaliou a eficácia analgésica e os efeitos adversos da bupivacaína lipossomal quando utilizada para bloqueio nervoso periférico para o manejo da dor pós-operatória.

 

Cirurgia ortopédica

Revisões sobre cirurgias envolvendo os ossos e o sistema músculo-esquelético.

Analgesia regional para melhorar o desfecho funcional de longo prazo após substituição eletiva de grandes articulações

A anestesia regional é considerada mais eficaz do que a analgesia convencional para controlar a dor, permitindo assim uma mobilização mais rápida após a substituição de grandes juntas. Ainda não está claro se a anestesia regional melhora os desfechos funcionais no longo prazo após a substituição de grandes articulações. Esta revisão avaliou os efeitos da anestesia regional nos desfechos funcionais de longo prazo após cirurgia eletiva de substituição de grande articulação.

Bloqueio do nervo femoral para dor aguda no pós-operatório após cirurgia de substituição do joelho

A substituição total do joelho é uma operação comum que exige o uso de analgesia pós-operatória. O bloqueio nervoso femoral é frequentemente utilizado como uma opção para reduzir a dor e permitir a mobilização no pós-operatório. Esta revisão avaliou os benefícios e riscos do bloqueio do nervo femoral como técnica analgésica pós-operatória em relação a outras técnicas analgésicas em adultos submetidos à substituição total do joelho.

Fazer ou não fazer bloqueio nervoso para controle da dor após cirurgia eletiva de artroplastia de quadril em adultos

Para facilitar a reabilitação pós-operatória dos pacientes com próteses de quadril, a dor deve ser tratada adequadamente. Bloqueios nervosos periféricos e bloqueios neuroaxiais foram propostos para substituir ou complementar a analgesia sistêmica. Esta revisão comparou os efeitos relativos (benefícios e danos) dos diferentes bloqueios nervosos que podem ser usados para aliviar a dor após a substituição eletiva do quadril em adultos.

Anestesia para fraturas de quadril em adultos

A fratura de quadril em adultos está associada a morbidade e mortalidade significativas se o tratamento cirúrgico for postergado. Há um debate significativo sobre se a anestesia regional ou geral proporciona os melhores resultados para a reparação da fratura do quadril. O principal objetivo desta revisão foi comparar os desfechos da anestesia geral versus anestesia regional para o tratamento cirúrgico de fratura do quadril (fratura de fêmur proximal) em adultos. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como o bloqueio neuraxial se compara com a anestesia geral em adultos submetidos a cirurgia de fratura de quadril?

Bloqueios nervosos periféricos para fraturas de quadril

Vários bloqueios nervosos com agentes anestésicos locais têm sido usados para analgesia após fratura do quadril e cirurgia desse tipo de fratura. O objetivo desta revisão foi avaliar o uso de bloqueios de nervos periféricos como analgesia pré-operatória, analgesia pós-operatória ou como suplemento de anestesia geral para cirurgia de fratura de quadril. Resposta Clínica Cochrane relevante: Quais são os efeitos dos bloqueios nervosos periféricos em pessoas com fratura de quadril?

Bloqueios do canal adutor para tratamento da dor pós-operatória em adultos submetidos a cirurgia de joelho

As técnicas de anestesia regional periférica estão bem estabelecidas para o tratamento da dor pós-operatória após cirurgia de joelho. O bloqueio do canal adutor é uma técnica que pode ser aplicada como injeção única ou por cateter para analgesia regional contínua. Esta revisão comparou a eficácia analgésica e os eventos adversos do bloqueio do canal adutor versus outras técnicas analgésicas regionais ou analgesia sistêmica para adultos submetidos à cirurgia do joelho. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como o bloqueio do canal adutor se compara com o tratamento falso ou o bloqueio do nervo femoral em adultos submetidos a cirurgia de joelho?

Bloqueio contínuo interescalênico do plexo braquial versus analgesia parenteral para alívio da dor pós-operatória após cirurgia do ombro de grande porte

As cirurgias de grande porte do ombro estão associadas a dor pós-operatória intensa. São utilizadas diversas técnicas analgésicas para melhorar o conforto do paciente e a mobilização articular eficaz no pós-operatório. Estas técnicas incluem analgésicos opioides e não opioides, anestésicos locais infiltrados dentro e à volta da articulação do ombro, e anestesia regional. O objetivo desta revisão foi comparar a eficácia analgésica do bloqueio contínuo interescalênico do plexo braquial (BICPB) versus analgesia opioide via parenteral, no o alívio da dor pós cirurgia em pacientes submetidos a cirurgia de ombro de grande porte.

 

Cirurgia geral e cirurgia vascular

Revisões relativas à cirurgia envolvendo os órgãos abdominais e os principais vasos sanguíneos.

Analgesia peridural versus opioide sistêmico para o alívio da dor em cirurgias de aorta abdominal

A analgesia peridural oferece maior alívio da dor quando comparada ao uso de opioides sistêmicos. Porém, seu efeito na morbidade e na mortalidade ainda não é claro. Essa revisão avaliou os benefícios e malefícios da analgesia peridural no pós operatório de pacientes adultos submetidos a cirurgia eletiva da aorta abdominal comparado com o uso de opioides sistêmicos. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como se compara o uso da peridural versus o uso de opioides sistêmicos para o alívio da dor em pessoas submetidas à cirurgia da aorta abdominal?

Anestésicos locais via peridural versus opioides para paralisia gastrointestinal pós-operatória, vómitos e dor após cirurgia abdominal

A paralisia gastrointestinal transitória, as náuseas, os vómitos e a dor são problemas clínicos significativos após cirurgia abdominal. As técnicas anestésicas e analgésicas que reduzem a dor e as náuseas e vómitos pós-operatórios, ao mesmo tempo que previnem ou reduzem o íleo pós-operatório, podem reduzir a morbidade pós-operatória, a duração da hospitalização e os custos hospitalares. Esta revisão comparou os efeitos da analgesia pós-operatória peridural com anestésicos locais versus opióides sistêmicos ou no espaço peridural. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como a peridural com anestésicos locais se compara à analgesia com opioides para melhorar os desfechos de adultos submetidos à cirurgia abdominal?

Analgesia peridural versus analgesia intravenosa controlada pelo paciente para dor após cirurgia intra-abdominal em adultos

A analgesia intravenosa controlada pelo paciente (IVPCA) e a analgesia peridural, utilizando técnicas contínuas ou controladas pelo paciente, são abordagens populares para analgesia após cirurgia intra-abdominal. Apesar de várias tentativas de comparar os riscos e benefícios, a forma ideal de analgesia para estes procedimentos ainda é debatida. Esta revisão comparou e avaliou ambas as formas de analgesia peridural versus IVPCA. Resposta Clínica Cochrane relevante: Para adultos com dor após cirurgia intra-abdominal, como a analgesia peridural se compara à analgesia intravenosa controlada pelo paciente (PCA intravenosa)?

 

Cirurgia cardiotorácica

Revisões sobre cirurgias envolvendo o coração e o tórax.

Analgesia peridural para adultos submetidos a cirurgia cardíaca com ou sem circulação extracorpórea

A anestesia geral combinada com analgesia peridural pode ter um efeito benéfico nos desfechos clínicos. Entretanto, o uso da analgesia peridural para cirurgia cardíaca é controverso devido ao aumento teórico do risco de hematoma peridural associado à heparinização sistêmica necessária durante a cirurgia. O objetivo dessa revisão foi avaliar o impacto perioperatório da analgesia peridural em adultos submetidos a cirurgia cardíaca sobre a mortalidade e sobre a morbidade cardíaca, pulmonar ou neurológica. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como a analgesia peridural perioperatória se compara à analgesia sistêmica para adultos submetidos à cirurgia cardíaca?

Bloqueio para-vertebral versus peridural torácica para pacientes submetidos a toracotomia

A cirurgia torácica muitas vezes resulta em dor intensa no pós-operatório devido à dissecção através das costelas e músculos intercostais. A analgesia inadequada após a cirurgia pode impedir a recuperação e aumentar os riscos de desenvolver complicações como atelectasias, pneumonia e trombose, devido à respiração ineficaz, dificuldade para eliminar secreções e pouca mobilização. O tratamento eficaz da dor aguda após a toracotomia pode prevenir essas complicações e reduzir a probabilidade de desenvolver dor crônica. Esta revisão comparou as duas técnicas regionais de bloqueio peridural torácico e para-vertebral em adultos submetidos à toracotomia eletiva. Resposta Clínica Cochrane relevante: Como o bloqueio para vertebral se compara com a peridural torácica em pessoas submetidas a toracotomia?

 

Referências

1. Royal College of Anaesthetists and Association of Anaesthetists. Guidance on potential changes to anaesthetic drug usage and administration during pandemic emergency pressures. https://icmanaesthesiacovid-19.org/drug-demand-supply-guidance (accessed 16/4/2020)

Agradecimentos

Esta Coleção Especial foi desenvolvida por Michael McEvoy e Muataz Amare (Dissemination Fellows, Cochrane Anestesia), Andrew Smith (Editor Coordenador, Cochrane Anestesia), Janne Vendt (Especialista em Informação, Cochrane Anestesia) e Teo Quay (Editor Gerente, Cochrane Emergency and Critical Care, e Cochrane Anestesia), trabalhando com Monaz Mehta (Editor, Cochrane Editorial & Departamento de Métodos).

Notas de tradução

Esta Coleção Especial foi traduzida para o Português pela Cochrane Brazil (Maria Regina Torloni) em 6 de maio de 2020. A Coleção Especial em Inglês está disponível na Biblioteca Cochrane: Coleção Especial: COVID-19: anestesia regional para reduzir o uso de drogas na anestesia e evitar a geração de aerossóis.

Crédito de imagem

Karrastock/GettyImages

Contato

Departamento Editorial e de Métodos da Cochrane (emd@cochrane.org)

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